Investigação

Em curso

 
KHIA.png

K-HEALTHinAIR - Knowledge for improving indoor AIR quality and HEALTH

K-HEALTHinAIR - Knowledge for improving indoor AIR quality and HEALTH

Coordenador do projeto/participante do projeto (DSOA):
Susana Viegas | susana.viegas@ensp.unl.pt

Equipa: Carla Martins – DSOA, ENSP | Julian Perelman – DCS, ENSP | Sónia Dias – DCS, ENSP

O projeto K-HEALTHinAIR visa a avaliação baseada na evidência científica dos efeitos da qualidade do ar interior (QAI) na saúde humana com base numa campanha abrangente de
monitorização de poluentes químicos e biológicos do ar interior, em vários locais interiores representativos, ao nível da União Europeia. Adicionalmente, será complementado com uma pesquisa sobre as suas fontes, interações e principais correlações com problemas de saúde realizada por meio de modelação, ensaios clínicos e ensaios (incluindo abordagens in 
vivo/vitro). Além disso, o projeto K-HEALTHinAIR fornecerá medidas acessíveis e fáceis de implementar para monitorizar e melhorar a QAI, bem como, diretrizes para apoiar intervenções.

Entidade(s) Financiadora(s): Comissão Europeia – Horizonte Europa

PARC - Parceria Europeia para a Avaliação de Riscos de Produtos Químicos

PARC – European Partnership for Chemical Risk Assessment

Coordenador do projeto/participante do projeto (DSOA):
Susana Viegas | susana.viegas@ensp.unl.pt

Equipa: Carla Nunes – DES-ENSP | Sónia Dias – DCS-ENSP | Florentino Serranheira – DSOA-ENSP |
Julian Perelman – DCS-ENSP | Pedro Aguiar – DES-ENSP | Marta Salavisa – GCI-ENSP | Lígia Franco – GCI-ENSP
Outras entidades: INSA, DGS, APA, FML, U-Aveiro, U-Minho

A Parceria Europeia para a Avaliação de Riscos de Produtos Químicos visa avançar na investigação, compartilhar conhecimentos e melhorar a capacitação na avaliação de riscos químicos. Ao fazê-lo, ajudará a apoiar a Estratégia de Sustentabilidade de Produtos Químicos da União Europeia, abrindo caminho para a ambição de "poluição zero" anunciada no Pacto Ecológico Europeu. O PARC representa uma parceria sem precedentes, reunindo cerca de 200 instituições participantes europeias, envolvendo agências nacionais e europeias de saúde e segurança, bem como instituições dedicadas à investigação. A parceria abrange todos os aspetos da avaliação dos riscos químicos, visando em particular: antecipar melhor os riscos emergentes, contabilizar os riscos combinados e apoiar a implementação concreta de novas orientações nas políticas públicas europeias para salvaguardar a saúde e o ambiente em resposta a questões importantes para a saúde, a ecologia e as expectativas dos cidadãos.
A parceria assentará no trabalho realizado no âmbito do Programa Conjunto Europeu de Biomonitorização Humana, HBM4EU, que terminará no verão de 2022, e alargará o âmbito dos seus interesses especificamente para a avaliação de riscos ambientais.

Principais objetivos:

- o Desenvolver a capacitação científica necessária para enfrentar os desafios atuais e futuros em segurança química;
- o Fornecer novos dados, métodos e ferramentas inovadoras aos responsáveis ​​pela avaliação e gestão dos riscos de exposição química;
- o Fortalecer as redes que reúnem parceiros especializados nas diferentes áreas científicas que contribuem para a avaliação de risco.
Principais resultados esperados:
- o Estabelecer uma rede interdisciplinar permanente à escala europeia para identificar e priorizar os avanços e necessidades conceptuais, científicas e técnicas em termos de investigação e inovação;
- o Desenvolver atividades conjuntas de investigação e inovação refletindo as prioridades definidas;
- o Reforçar as capacidades existentes de investigação e inovação e criação de novas plataformas interdisciplinares na Europa.

Entidade(s) Financiadora(s): Comissão Europeia – Horizonte Europa

PMCardImpact.png

PMCardImpact - Avaliação da carga de doença e do impacto económico das
doenças cardiovasculares em Portugal atribuídas à exposição a PM2.5

PMCardImpact - The health and economic impact of PM 2.5 -related cardiovascular diseases in Portugal

Coordenador do projeto/participante do projeto (DSOA):
Carla Martins | carla.martins@ensp.unl.pt

Equipa: Susana Viegas – DSOA - ENSP | Florentino Serranheira – DSOA - ENSP | Julian Perelman – ENSP |
Ricardo Assunção – CEEM | Ana Timóteo – NMS | Dietrich Plass - UBA

16

Entidade(s) Financiadora(s): Fundação para a Ciência e a Tecnologia (Ref.: EXPL/SAL-PUB/0944/2021)

tWork4Health.png

Teletrabalho e Saúde

Coordenador do projeto/participante do projeto (DSOA):
Florentino Serranheira – serranheira@ensp.unl.pt |
Pedro Laires – pedro.laires@ensp.unl.pt | 
Julian Perelman – jperelman@ensp.unl.pt

Equipa: Sara Ramos – ISCTE | Helena Canhão – FCM/UNL | João Filipe Raposo – FCM/UNL |
Teresa Maia – ENSP/UNL | Pedro Neves – NSBE/UNL | Filipa Castanheira – NSBE/UNL

A luta contra o COVID-19 incluiu o encerramento de locais de trabalho, com o trabalho remoto a partir de casa (WAH) (ou teletrabalho) transformado numa prática marginal (menos de um em vinte trabalhadores) para o modo de trabalho exclusivo para 34% dos trabalhadores na Europa (Eurofound, 2020).
Entretanto, as empresas e os trabalhadores notaram as vantagens do WAH, suportada pela digitalização e por tecnologias avançadas de informação e comunicação (TIC), abrindo o caminho para a expansão da WAH para além da pandemia. No seu último relatório da European Semester, em maio de 2020, a Comissão Europeia destacou a digitalização como um dos principais impulsionadores de recuperação económica, mencionando o teletrabalho como um dos seus mais promissores desenvolvimentos.


No entanto, foram levantadas preocupações sobre o potencial impacto WAH. Em particular, a Comissão Europeia observa que os benefícios do teletrabalho podem ser distribuídos de forma desigual entre os trabalhadores, uma vez que os menos qualificados podem ter menor acesso às melhores TIC, podem não beneficiar das tecnologias digitais
por falta de literacia digital, e podem não beneficiar de condições adequadas para WAH, em termos de autonomia e flexibilidade. Assim, o teletrabalho pode agravar as desigualdades entre os trabalhadores. Também, eram esperados efeitos negativos relacionados à socialização reduzida com os colegas, apoio limitado de instituições, mais horas de trabalho, aumento do sedentarismo ou dificuldade em limitar a relação da vida pessoal com profissional (Xiao et al, 2021).


Por outro lado, os benefícios do WAH incluem redução do tempo de deslocamento, maior oportunidade de trabalhadores se concentrarem nas suas tarefas longe das distrações do escritório, bem como uma oportunidade para um melhor equilíbrio entre vida profissional e pessoal. Estudos têm demonstrado a relação entre condições de trabalho, gestão pessoal de vida e de saúde. O teletrabalho, no entanto, é uma nova realidade que mescla todos esses aspectos. Avaliando como condições de trabalho em casa e sua ligação com o bem-estar das pessoas, variando com as cruciais habilidades e status com a finalidade de abordar o possível impacto sobre as desigualdades no bem-estar e produtividade. Por último, é fundamental que as empresas compreendam o impacto do teletrabalho na satisfação e produtividade dos trabalhadores, ajudando-os a assegurar o meio mais adequado para o desenvolvimento do trabalho. Note-se que vários partidos políticos demonstraram um grande interesse neste tema, com proposta de legislação para regular o WAH em Portugal. No entanto, essas propostas não foram conduzidas por provas concretas, ou seja, as políticas nesta área carecem de evidências para apoiar a ação. O Conselho Económico e Social Português (CES) demonstrou interesse neste projecto, que está disponível para suporte e parceria.

 

Será constituída uma amostra representativa de pessoas que estejam em situação de WAH, a partir de uma amostra de grandes empresas com elevadas taxas de teletrabalho. Será elaborado um questionário, a ser preenchido pelo teletrabalhadores a cada três meses, incluindo condições sociodemográficas e de saúde, condições de vida e habitação, saúde física e mental. Os dados qualitativos também serão recolhidos dos principais gerentes de empresas que usam WAH em as suas percepções sobre a implementação do WAH e suas dificuldades, e sobre as (potenciais) consequências para as empresas em termos de organização e produtividade. Finalmente, esperamos contribuir para o conhecimento de um novo fenómeno no setor trabalhista, e à criação de políticas que promovam o potencial do teletrabalho em termos de bem-estar e produtividade dos trabalhadores, reduzindo a desigualdade entre os trabalhadores.

Entidade(s) Financiadora(s): La Caixa

Realizados

 
mycotoxinas-e1587566704639.jpg

Exposição a mycotoxinas no cenário de alterações climáticas – MycoClimaChange

MycoClimaChange - Exposure tomycotoxins in a climate change scenario

Coordenador do projeto/participante do projeto (DSOA): Susana Viegas | susana.viegas@ensp.unl.pt

Equipa: Carla Viegas – ESTSEL, IPL - carla.viegas@estesl.ipl.pt | Ricardo Assunção – CES Egas Moniz - rassuncao@egasmoniz.edu.pt | Þórhallur Ingi Halldórsson – Universidade da Islândia - tih@hi.is | Ása Valgerður Eiríksdóttir – Universidade da Islândia - asav@hi.is | Kristín Ólafsdóttir – Universidade da Islândia - stinaola@hi.is
 

A Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade NOVA de Lisboa (ENSP/NOVA) e a Faculty of Food Science and Nutrition da Universidade da Islândia colaboram numa iniciativa bilateral financiada pelo EEA Grants, designada “Exposição a mycotoxinas no cenário de alterações climáticas” (Exposure to mycotoxins in a climate change scenario  – MycoClimaChange) O projeto pretende contribuir para identificar a influência que as alterações climáticas podem ter na exposição humana a micotoxinas considerando os diferentes cenários climáticos expectáveis para o continente Europeu. Esta informação será útil para suportar futuras medidas regulamentares que visem mitigar o impacto das alterações climáticas na segurança alimentar. A informação produzida pelo projeto será útil para suportar futuras medidas regulamentares que visem mitigar o impacto das alterações climáticas na segurança alimentar.

Entidade(s) Financiadora(s): EEA Grants

eeagrants.png
ILNGrants.png
 

Uma nova visão para pesquisa em saúde, inovação em saúde e educação em saúde - O CHRC (Comprehensive Health Research Centre) é um novo centro nacional de excelência, que promove um ambiente colaborativo para a inovação e educação em Saúde Pública, estilos de vida, enfermagem, reabilitação e investigação clínica. 

Como Escola vocacionada para estudos avançados em Saúde Pública, a ENSP-NOVA presta particular atenção aos seus projectos de investigação, desenvolvimento e inovação. A importância atribuída à aprendizagem, através de projectos que associem o conhecimento à acção,  é um dos atributos distintivos da Escola.

O Centro de Investigação em Saúde Pública (CISP), sediado na Escola, que está na génese da sua criação, tem como finalidade reforçar, mais ainda, as condições de realização dos projetos de investigação, desenvolvimento e inovação.